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Arco da Rua Augusta iluminado contra pena de morte
01-12-2014 CH/CML

O Arco da Rua Augusta iluminou-se contra a pena de morte. Faltavam poucos minutos para as 19 horas do dia 30 de novembro, quando as luzes de um dos ex-libris da cidade se apagaram para voltarem a acender pouco depois, e assim permanecerem durante a toda madrugada.
Uma forma simbólica de assinar o Dia Internacional- Cidades pela Vida, cidades contra a pena de morte, a que a Câmara Municipal de Lisboa se associou.

Numa curta cerimónia para lembrar ao mundo que nenhuma vida vale mais que o outra, o vereador dos Direitos Sociais, acompanhado do vereador Carlos Manuel Castro, da representante da comunidade de Santo Egídio, do Presidente da Secção Portuguesa da Amnistia Internacional e do Presidente da Junta de Freguesia de Santa Maria Maior, apelava à necessidade de lutar contra a pena de morte porque “ o respeito pela vida não é um dado adquirido é preciso passar a mensagem que queremos a vida não a morte”.
Para Rita Gomes, da Comunidade de Santo Egídio é importante que a luz de Lisboa se junte a das cerca de 2000 as cidades do mundo que neste dia, também iluminaram um monumento ou um local simbólico porque “Por cada luz que se acende é um nova esperança para os condenados à pena de morte”.
Vítor Nogueira da Amnistia Internacional agradeceu à Câmara Municipal de Lisboa o apoio nesta iniciativa de sensibilização e promoção dos valores da vida.