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Cidades pela Vida – Cidades Contra a Pena de Morte
30-11-2014 CH
30 de Novembro, 19h00, Arco da Rua Augusta

No dia 30 de Novembro, Lisboa associa-se, mais uma vez, ao movimento mundial “Cidades pela Vida – Cidades Contra a Pena de Morte”. Este ano, às 19h00, as luzes voltam a acender-se em Lisboa, que se junta a esta jornada internacional, com a iluminação do Arco da Rua Augusta.

Neste dia, cidades do mundo inteiro iluminam um monumento ou um local simbólico, de forma a sensibilizar os cidadãos. Este gesto tem como objectivo a união do mundo em torno da abolição da pena de morte. O evento celebra-se todos os anos no dia 30 de Novembro, data da primeira abolição da pena capital no Grão-Ducado da Toscana em 1786.
Cerca de 80 cidades participaram na primeira comemoração em 2002, hoje são cerca de 2000 as cidades que assinalam este dia.

Durante a celebração do dia 30 de Novembro, por baixo do Arco da Rua Augusta, um grupo de ativistas da Amnistia Internacional Portugal estarão a recolher assinaturas para as petições da Maratona de Cartas 2014 da Amnistia Internacional Portugal, que reúne os quatro indivíduos/grupos em risco apadrinhados este ano em Portugal.

O que é a Maratona de Cartas ?
É o maior evento global de direitos humanos organizado anualmente pela Amnistia Internacional no último trimestre de cada ano, no âmbito da data simbólica de 10 de dezembro, Dia Internacional dos Direitos Humanos. Por esta ocasião, pessoas de todo o mundo assinam cartas apelando à solidariedade internacional, em prol de indivíduos e de comunidades em risco.

Um dos casos mais marcantes da Maratona é o da birmanesa e Prémio Nobel da Paz Aung San Suu Kyi. A defensora de direitos humanos foi declarada prisioneira de consciência pela Amnistia Internacional e foi um dos casos da Maratona de Cartas de 2009. Acabaria por ser libertada em 2010, ao fim de 15 anos de prisão domiciliária.

Portugal ficou em 6º lugar no ranking de 143 países que, em 2013, participaram na recolha de assinaturas para a Maratona de Cartas!

Saiba mais no site da Amnistia Internacional